Há dias que estou ensaiando para voltar novamente. Mas, devido ao fato de um dia nascermos e por consequência nos tornarmos adultos, só agora pude por em prática outra vez o que - confesso - me fazer falta: escrivinhar.
Nos poucos dias de folga que tive no final do ano, fomos passar uma tarde na chácara do Tio Elói, lá nos fundos da Estrada do Guaviróva (como se isso servisse de ponto de referência pra quem não conhece Guarapuava, tão pouco a supracitada Estrada). Essa chácara tem muita história. Há mais de 15 anos, por exemplo, íamos nos fins de semana, reunidos com as famílias para fazer peripécias, molecagens, bagunças com os primos (como pode ser visto na imagem à esquerda). Essa árvore gigantesca da foto continua lá, intacta. Entre outras, também tem um pinheiro (araucária angustifolia, lembro do nome porque um dia precisei decorá-lo para uma prova de biologia do ensino médio) que exige oito braços humanos adultos para abracá-lo. Se ainda tivéssemos apenas oito anos de idade, certamente seriam 16 ou 20 braços.

Verdade é que depois de quinze anos, não dá pra fazer mais muita coisa na Chácara do Tio Elói. É raro conseguir reunir todo mundo e a traquinagem dos primos está mais amadurecida. Com exceção, é claro, dos dias de Festa Junina, em que o povo coloca o traje domingueiro e resolve fazer chacota com o nariz dos outros, ou melhor, meu mesmo.Desta última vez, também fizemos uma bagunça, mas do nosso jeito, um pouco mais moderna do que antigamente. Gravamos com meu irmão a linda música de Almir Sater & Renato Teixeira, "No rastro da lua cheia". E o melhor de tudo: com os pés dentro do riacho que corta a Chácara do Tio Elói. Vejam como ficou:

Parabéns amigão, muito bom o som!
ResponderExcluirMuito bom cara, tanto o texto como a musica!
ResponderExcluirMuto bom cara, tanto o texto como a musica!
ResponderExcluirParabéns